Vamos aprender a subir em Pirâmides?

Gente, esse é um post muito especial. É um passo-a-passo para quem quer conhecer Teotihuacán, na Cidade do México. Fui sozinha, então posso garantir que este post tem a máxima credibilidade de quem foi e voltou numa boa😉

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Você precisa chegar ao Terminal Central de Autobuses del Norte (Terminal Norte). Tem uma estação de metrô chamada “Autobuses del Norte” bem na frente. Quando chegar lá no Terminal, vire para o lado esquerdo e siga até o final do corredor. Você vai comprar as passagens no antepenúltimo guichê onde tem um cartazes das Pirâmides. Anote o valor das passagens: 45 pesos mexicanos.

O ônibus é bem simples e a viagem dura em média uma hora. Eu recomendo que você vá de tênis. Não custa avisar, visto que nesse dia vi algumas pessoas “sofrendo” usando sandálias.

Você vai ficar pelo menos 3 horas lá. Subindo e descendo escadarias. Subindo e descendo pirâmides. Pisando nas áreas mais íngremes que você possa imaginar.

Pode levar um casaco (o vento é frio), boné (o sol esquenta os miolos), protetor solar (para evitar o câncer) e uma garrafa de água (para não morrer no meio do caminho e dar trabalho para a Embaixada do Brasil).

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Eu quis fazer o trajeto sem guias para olhar tudo com calma sem ninguém me apressando. Então, se você é da minha turma, se acostume a negar os convites que vão aparecer durante todo o passeio.

A Pirâmide do Sol e a Pirâmide da Lua são realmente desafiadoras. As maiores dessa região! Quase morri de tanto que meu coração acelerou ao subir. Pensei que fosse desencarnar justo no dia do meu aniversário (!). Afinal, resolvi conhecer as Pirâmides no dia do meu aniversário de 32 anos.

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A energia desse lugar é incrível! Nesse dia inclusive tomei várias decisões que foram muito importantes na minha vida. Enfim, recomendo que você conheça esse lugar em um momento que seja marcante. Um momento de renovação.

Algumas fotos desse passeio: (olhe, você pode usar qualquer uma destas fotos, mas lembre de dar os créditos, combinado?)

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Ah, mais uma info: o ônibus faz o trajeto para Teotihuacán das 7h às 18h. Então, programa-se para ir nesse período. Quando voltar, deixe um comentário como foi a sua experiência, combinado?

Em breve farei outro post com dicas de turismo do México (a viagem mais fantástica dos últimos tempos). Aguarde! \o/ \o/

 

Como aprender a tocar guitarra?

Como foi difícil tocar os primeiros acordes na guitarra! Tive cortar minhas unhas de um tamanho que NUNCA tinha cortado na vida. But, isso me lembra que tentei aprender a tocar em 2007, mas não segui.

Meu professor Juliano deixou uma de suas guitarras comigo para que eu pudesse treinar. Desde então, treino todos os dias antes de dormir e antes de sair de casa para meus compromissos profissionais. É uma excelente terapia😉

Como adoro ouvir minhas listas de rock no Spotify, agora o desafio é conseguir tocar algo que preste um dia!😉

Este vídeo é do último domingo. Agora já sei tocar todos os acordes maiores! O mais difícil foi aprender o Fá e o Si.  Você já ouviu falar em pestana? Pois bem, não é fácil! Superação na vida!

Have fun!😉

Resenha do filme Desculpe o transtorno

É uma comédia com um pé no drama. Teve muito buzz no Twitter com o texto do Gregório Duvivier – na Folha de São Paulo – declarando sentimentos reclusos em relação à Clarice Falcão. (Se você não sabe do que estou falando, nem é assinante da Folha, só dar uma busca no Twitter porque lá a galera compartilhou o print do texto na íntegra.)

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Pode-se dizer que o filme é o encontro dos paradoxos. Citam as diferenças entre São Paulo e Rio de Janeiro. Restaurante e botecos. Vida simples e a ostentação. Eduardo-paulista-certinho-mesma-cor-de-roupa-cabelo-no-gel x Duca-carioca-vida-no-Arpoador.

A “sutileza” da Dani Calabresa que faz sempre a mesma personagem. Esperava ver a qualquer momento o Marcelo Adnet com ela. Não sei o motivo, mas foi essa impressão que tive durante o filme todo.

Com certeza esse filme será um bom trabalho de casa passado pelos professores da disciplina Introdução à Psicologia, nas faculdades. Pode-se enumerar costumes não só do casal protagonista, como dos outros personagens.

O Eduardo/Duca (Gregório Duvivier) tem uma passagem de uma personalidade para outra toda vez que alguém o questiona. Imagine um cara assim? Tipo na fila da Spoleto. Iria mudar de personalidade a cada ingrediente. Terrível! Ah, e isso não é spoiler porque essa cena não existiu😉

E você? Já assistiu? Conta pra mim =)

A vida é muito frágil

Não temos ideia do quanto é difícil conseguir viver. Por muito tempo achamos que respirar, andar, correr, discutir com os outros, se jogar na piscina, cair de bicicleta, cair de patins, que tudo isso é muito fácil e simples.

Mas viver é algo mais complexo que isso. É frágil e uma oportunidade única. Podemos “perder” a oportunidade de “discutir com os outros”, “de cair de bicicleta” de uma hora pra outra. Podemos nem ter essa oportunidade.

Falta compreensão para entendermos o motivo da morte. O motivo da morte em qualquer idade. Não entendemos porque uma pessoa de 80 anos se vai. Não entendemos porque uma pessoa de 40 anos se vai. Não entendemos porque uma pessoa de 19 anos de vai. Não entendemos porque uma pessoa em formação não tem a oportunidade de nascer. Não entendemos.

Pesquisamos o motivo de desencarne (morte) no Google. Hoje todos as teorias do Espiritismo estão ao alcance de todos. E, quando se pesquisa, sempre se acha um artigo que responde aos seus questionamentos. A resposta para o desencarne é sempre triste para quem fica. Para quem vai passar pela provação.

No fundo essa partida só é dolorida para quem fica. Quem vai já tem outra missão.

Agora, a dor da perda é como se fosse uma lava que sai de um vulcão (ferida). Sai do topo e enquanto percorre seu caminho, vai queimando tudo, deixando marcas. Vai destruindo tudo que já existia. Dando lugar a algo novo, que pode voltar a florescer depois de anos ou milênios.

A lava  (dor) é uma rocha liquefeita muito quente. Vai destruindo tudo até se esfriar no mar…

Que toda sua dor encontre o mar algum dia.

Resenha do filme Esquadrão Suicida

Além das críticas de quem esperava um embate like Vingadores, o Esquadrão Suicida é um filme relativamente bom. Foi bastante criticado pela imprensa internacional (e por isso copiado pela imprensa nacional) com questionamentos do motivo do fracasso.

O filme tem o resumo da história de vida de cada um e uma “batalha” a ser vencida na história. Foi considerado um fracasso pela mídia, mas não nas bilheterias.

Harley Quinn(Arlequina)é a Marilyn Moroe do grupo. Sua participação na história começa de forma tão boba que nem se imagina o que ela será importante em uma determinada parte da história. Enfim, no Esquadrão Suicida, estão os vilões Diablo, Crocodilo, Capitão Bumerangue, Pistoleiro, Amarra (além da própria Arlequina).

Depois de uma temporada na prisão, eles são convocados pela oficial Amanda Waller para formar um grupo que vai ajudar a destruir a entidade “Magia”. Ao contrário de outros grupos, neste não há líderes. Eles seguem as ordens da Amanda e outros investigadores. Essa atitude passiva é algo que dá sono durante o filme.

E o que vemos agora que filme foi lançado há algumas semanas? O estilo da Arlequina sendo explorado em eventos XYZ. As críticas passam. Os personagens ficam =)

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Os 30 anos de carreira de Márcia Siqueira

Recebi esta sugestão por WhatsApp. Compartilho aqui com muito orgulho, pois a Márcia Siqueira é uma cantora da minha terra. Tem um agudo magnífico! O Boi-Bumbá sempre teve homens como levantadores de toada. Entretanto, a Márcia sempre teve torcida para que um dia fosse escolhida como levantadora pelo seu talento e porque está faltando uma mulher nessa liderança.  Quem sabe um dia!

Neste sábado (10), a cantora Márcia Siqueira inicia as comemorações dos seus 30 anos de carreira. O local escolhido foi o Almirante Hall (avenida Pe. Agostinho Caballero, 981, Sto. Antônio), a partir das 22 horas.

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A primeira atração da noite será o cantor James Rios com clássicos da música popular brasileira e do axé music. Em seguida, o samba invade o palco com Lucilene Castro, Cinara Nery e Fátima Silva com o projeto musical ‘Elas Cantam Samba’.

Fechando a noite, a grande aniversariante Márcia Siqueira que resumirá os 30 anos de carreira com os grandes sucessos do boi Garantido, da Música Popular Brasileira e muito mais.

“Vai ser uma noite memorável, pois vou comemorar com meus amigos das duas vertentes musicais, juntamente com o público que me abraçou e tem um carinho muito grande por mim. Haverá algumas surpresas e garanto que vai ser uma festa muito bonita”, adianta a cantora, sem revelar maiores detalhes.

Boi-bumbá

Com 19 anos atuando como backing-vocal no Festival Folclórico de Parintins e há seis anos como levantadora oficial do Boi Garantido, a “Rosa Vermelha” leva da Ilha Tupinambarana muito mais que histórias e experiência na bagagem. Amizades importantes no “mundo bovino”, como os levantadores de toada David Assayag e Sebastião Júnior, também participarão da festa e dividirão o palco com a cantora cantando toadas antológicas e conhecidas.

“O ‘Parabéns’ vai ficar por conta da Batucada do Garantido. E ainda em ritmo de ‘dois-pra-lá e dois-pra-cá’, vou chamar os queridos P.A. Chaves e Leonardo Castelo, além dos dançarinos da Wankô Kaçaueré, que sempre me acompanham”, conta Márcia.

Compartilho aqui esse vídeo da Márcia cantando o hino do Boi Garantido: “Vermelho”. A apresentação foi no Teatro Amazonas: 

Serviço:

Onde: A lmirante Hall Descrição: Avenida Pe. Agostinho Caballero, 981, Sto. Antônio).

Quando: 10 de setembro, às 22 horas.

Ingressos: R$ 20 (pista), R$ 50 (Área VIP com Camisa), R$ 150 (mesas para quatro lugares), R$ 500 (camarotes fechado para 12 pessoas)

Informações: (92) 98217-3410-99132-6404.

Você tem sugestões de pauta de cultura? Envia😉

Have fun!

Música e programação de software

People, recebi esta sugestão por e-mail. Vale só para Brasília. Então, fica a dica dessa atividade que envolve música e tecnologia. Atividade gratuita!
O Ciclo de oficinas e performances musicais com programação de software acontece até novembro no Anexo do Museu Nacional da República. As atividades gratuitas apresentam uma introdução à programação de software criativo, com foco em música eletrônica experimental. Alexandre Rangel é o idealizador e condutor do projeto, que convida cada artista para apresentar uma abordagem em relação ao software Sonic Pi.
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A quarta oficina do projeto acontece dias 10 e 11 de setembro. O artista convidado é o guitarrista Cepa, que irá conduzir os participantes por um universo de distorções, texturas e ritmos de guitarras, utilizando o software Sonic Pi para fazer as vezes de pedais de efeitos e acompanhamentos eletrônicos.
As oficinas são divididas em conteúdos teóricos, prática e performances coletivas. Os participantes podem usar seus laptops, mas estarão disponíveis computadores para uso coletivo. Não é necessária a participação nos outros módulos nem conhecimentos prévios de música ou programação de software.
O projeto é uma pesquisa musical de doutorado que trata do ensino e da prática da música com programação de software. As ações consistem em seis oficinas e seis performances de criação musical por meio de programação do software. Cada oficina contará com um artista convidado, a fim de propiciar um diálogo e interação entre música com instrumentos tradicionais e a música com programação de software.
Os músicos convidados e os participantes das oficinas traduzirão suas técnicas e ideias para o sistema de programação de software livre Sonic Pi. O Sonic Pi, baseado na linguagem Ruby, é um ambiente de programação criado pelo Prof. Sam Aaron, da Universidade de Cambridge, para educação musical e introdução à informática para crianças, ou seja, é tudo muito simples. Além do Sonic Pi, a oficina apresenta outros softwares livres de produção criação musical com algoritmos.
Como uma linguagem de programação pode interagir e contribuir com músicos reais, desencadeando processos criativos inusitados? Com o sistema, os participantes podem, por exemplo, instruir o sistema a tocar uma sequência de notas baseada nas notícias do jornal, mapear as vogais das manchetes nas teclas pretas do piano e as consoantes nas teclas brancas. É possível basear acordes nos ponteiros do relógio, assim como experimentar ritmos de bateria que só poderiam ser tocados por uma pessoa com três braços. A imaginação é o limite para introduzir a poética e o caos do ser humano nos códigos da computação.
A condução das oficinas é de Alexandre Rangel, artista multimídia brasiliense, Mestre em Arte Educação e doutorando em Artes (UnB). Rangel tem produzido performances com a técnica de criação de software audiovisual, como o “Sábio ao Contrário”, VJ Xorume e Weekly Beats, desafio de produção de uma música com código de programação a cada semana de 2016. Já apresentou suas criações no Brasil, Argentina, Espanha, EUA, França, Dinamarca, Holanda e Taiwan.
O Ciclo de oficinas e performances musicais com programação de software tem apoio do FAC (Secretaria de Cultura do DF).
Veja como foi a Oficina CODE MUZIK 3: Poesia e Código…
Serviço: Code Muzik – Ciclo de oficinas e performances musicais com programação de software
Code Muzik 4: Guitarra + Sonic Pi, com Alexandre Rangel e Cepa
Local: Museu Nacional de Brasília – Auditório 2
Datas: 10 ou 11 de setembro (sábado ou domingo) A mesma oficina ocorre em dois dias, para turmas diferentes. Os participantes devem escolher a data preferida.
Horário: 15 às 20 horas
Entrada franca
Faixa etária: Maiores de 14 anos.
Você também tem alguma sugestão de pauta de cultura? Envie =)