Documentário Amy

Vi o documentário sobre a carreira da Amy Winehouse no Netflix. É um bom exemplo do que falta de estrutura familiar e a ganância podem fazer. Nem digo isso por parte dela, mas de seus empresários e do próprio pai.

As cenas do início da carreira mostram uma jovem cantora que tinha uma vida normal e que, esporadicamente, bebia e fumava maconha. A destruição na vida começa quando ela conhece Blake Fielder-Civil (com quem se casaria depois e teria várias overdoses de crack e heroína).

Ela já afirmava desde o início da carreira que tinha medo de ficar famosa porque não saberia lidar com a pressão. Depois de ficar conhecida e tentar fazer tratamento, era pressionada pelos empresários para cumprir agenda de shows. A saúde dela estava em último lugar.

Por ter problemas de bulimia, além das crises devido ao uso de drogas, ela tinha o corpo bem debilitado. Tinha a saúde de uma pessoa idosa. Viver até 2011 seria o máximo que conseguiria levando a vida daquele jeito.

Eu ouvi a Amy pela primeira vez no final de 2007. Então, só conhecia esse lado descontrolado. O documentário foi bom para eu conhecer a verdadeira estrela do jazz, que até hoje seria um grande sucesso. Ela brilhava muito e tinha uma das vozes mais bonitas que já ouvi.

 

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